sexta-feira, 19 de novembro de 2010


De onde busco-te, amor...
Tuas palavras retornam,
iluminando o chão,
brilho que repousa quieto;
cintilando, desvencilhando
da noite a escuridão...
N'um momento da boca
que recosta na outra,
eu calo tuas sílabas
transcendendo o vazio
e a imensidão..

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